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E a #delectusnofds de hoje é o livro Essencialismo!

E a #delectusnofds de hoje é o livro Essencialismo!

E a #delectusnofds de hoje é o livro Essencialismo!

A escolha pelo Essencialismo é justamente porque ele fala o quão importante é fazermos… Escolhas! Olha a Delectus aí mais uma vez…

Gosto tanto, tanto, tanto desse livro, que à partir dele criei meu “Mapa de Metas”. Que inclusive, depois do sucesso de 2019, em 2020 já apliquei tanto pra mim, quanto para a @criar.byma e a @delectus.byma. ?

É um livro muito gostoso de se ler, um final de semana basta, e a capa dele é um delícia…

Eu poderia ficar dias falando sobre o Essencialismo… por isso vou te contar um pouco o quanto esse livro melhorou e mudou a minha vida!?

Bora lá?

Eu adoro ler, e praticamente tenho uma sinergia com os livros,rs. É sério isso, sempre surge na minha vida um livro que vai dar sentido ao momento que estou vivendo. E com o Essencialismo não foi diferente.

Eu o li, no final de 2018 e foi como a cereja do bolo de tantos outros livros que eu li naquele ano. Tanto é, que a foto que ilustra este texto é um “republicação” do meu insta, em que encerro o ano, fazendo a minha retrospectiva de livros lidos naquele ano.

Como eu disse, tenho “um lance” com os livros, só que o meu “lance” com o Essencialismo foi tão forte, que um belo dia criei meu “Mapa de Metas” no Excel e quase como mágica, realizei uns 80% daquilo que escrevi ali! E sem nenhum sacrifício.

Mérito de quem? Meu, que li o livro e apliquei os conceitos para a minha vida… e sim, mérito do Greg McKeown que foi brilhante e essencial ao escrever o livro.

(Minha alegria por esse livro é tão grande que sou capaz de descrevê-lo tecnicamente, rs)

Algumas abordagens e situações no livro, podem parecer muito radicais ou até mesmo distante da nossa realidade, principalmente nas de quem tem contas à pagar no final do mês. No entanto, entendo que o papel de livros como esse é de nos apresentar extremos e/ou casos de sucesso, exatamente para que possamos refletir sobre essas situações em nossas vidas.

Trocadilhos à parte, o livro essencialmente fala sobre escolhas. Principalmente das escolhas diárias que fazemos sem mesmo nos dar conta, como por exemplo: 

Escolher brincar com os filhos em vez de comparecer a um evento para aumentar a rede de contatos; ou Escolher não assistir a filmes nem televisão quando viajo a negócios para ter tempo de refletir e descansar.

Os exemplos usados são do autor, e com esses exemplos passei também a criar os meus próprios critérios de importância. E comecei a fazer isso em ações do dia a dia tais como: Entre comer 2 tipos de carboidratos em uma mesma refeição, e comer apenas 1, a escolha entre o arroz e a batata, ficou muito mais fácil. Já que para mim, gosto mais de batata do que arroz! Ou seja, hoje já não perco mais nem tempo, nem energia para fazer esse tipo de escolha.

Do mesmo modo, vendi meu carro, pois entendi que: entre ter que arcar com todas as despesas e cuidados que um carro exigem, andar de Uber, por exemplo, além de me economizar dinheiro, me economiza tempo e energia. E dirigir, ficou para os momentos mais especiais, como o de atravessar o Deserto do Atacama dividindo a direção com uma amiga. E isso, como veremos à frente é a tal da Liberdade de Escolhas.

Além desses exemplos claros,o que mais gosto nesse livro, é a diversidade de situações cotidianas apresentadas e como todas elas, na maioria das vezes poderiam ter sido evitadas com uso de uma palavra simples: NÃO. Tanto é que um dos tópicos do livro é o : LEMBRE-SE DE QUE UM NÃO CLARO PODE SER MAIS GENTIL DO QUE UM SIM VAGO OU SEM COMPROMISSO.

Diferente, não é? E é isso mesmo, quando passamos a ter domínio sobre as nossas escolhas, sobre a nossa vida, frases como essa são praticamente afirmações de um compromisso entre nós mesmos, nossas escolhas e com quem nos relacionamos.

Outro ponto do livro, que nos dias atuais se torna “controverso” é o que fala sobre a “Liberdade de estabelecer limites”. E para o mundo em que vivemos hoje, em que não há limites para nada, ser livre para estabelecer nossos próprios limites é algo realmente libertador. Se aliado ao não, essa capacidade nos torna ainda mais livres para fazer as escolhas que realmente, como diria Marie Kondo, alegram o nosso coração. (Lembra o que eu disse sobre dirigir à pouco? 😉 )

Lembrando que tudo que lemos, assistimos, escutamos, deve sempre passar pelo nosso próprio filtro, que a interpretação de texto e contexto vai muito além do  que as aulas de Português da 5ª série. Ou seja, cabe a nós mesmos refletir e adaptar ou não esses aprendizados à nossa realidade.

E foi exatamente isso que eu fiz! O meu “Mapa de Metas” surgiu exatamente depois de que com a ajuda praticamente didática do livro, eu elenquei tudo aquilo que eu achava importante, prioritário e que eu gostaria de fazer em 2019. E usando umas das técnicas de otimização apresentadas no livro, estabeleci e realizei praticamente todas as “metas”.

Falando assim, parece algo bem organizacional, né? Mas é isso mesmo, organizacional vem de organizar, e nós devemos organizar as nossas vidas para que a gente possa viver coisas surpreendentes, sem que isso nos cause transtornos em algum momento. Transtornos como a frustração por exemplo. Frustração de não ter ido ao aniversário do amigo, ou não ter feito a sua viagem dos sonhos.

Com os ensinamentos do Essencialismo, podemos se não uma completa, mas pelo menos alguma análise sobre o que queremos para as nossas vidas, e mais, em que contexto isso é importante. E sem termos que gastar todos os nosso recursos mais preciosos, como tempo e saúde, os financeiros também, mas tempo e saúde principalmente.

E são coisas realmente bobas até… no meu “Mapa de Metas” coloquei coisas como: hidratar o cabelo, encontrar com amigos toda semana, vender meu carro, viajar para um estado brasileiro que eu não conhecia, ir aos jogos do Galo, ir à Galeria Cosmococa, conhecer a República Parthenon, comprar minha ação, inspirar boas atitudes por meio das minhas redes sociais, ir à Anfield, ir ao Rock in Rio… e várias outras “coisinhas”.

Sei que se eu não tivesse elencado essas coisinhas aí acima, eu não teria feito tantas viagens, teria tido tantos encontros com as minhas amigas e amigos, teria tido energia, tempo e dinheiro para fazer tudo que me propus, muito menos teria um senso de realização pessoal tão grande.

E isso só foi possível, porque ao ler o Essencialismo, eu mudei meus gatilhos, criei outros que favorecem a minha realização e evolução nessa jornada, e me permitir guiar pelas minhas escolhas conscientes. E passei a viver e acreditar no meu processo e nas minhas escolhas.

Foi fácil? Foi simples? Não sei dizer, pois hoje percebo que tudo isso foi e é essencial para que todos os meus sonhos deixem de ser sonhos e virem realizações.

Tudo já tá escrito? Também não acredito nisso… mas tudo está manifestado, e manifestar as nossas vontades e as nossas escolhas, já é o primeiro passo para que coisas ordinárias e extraordinárias aconteçam nas nossas vidas.

Como eu disse, eu poderia ficar dias falando inclusive tecnicamente sobre esse livro, mas a minha escolha foi a de dizer exatamente o que ele me fez sentir, e como ele me fez agir.

Espero que você também se sinta inspirado a ler o Essencialismo e a refletir sobre seus “ensinamentos”, pois são muitos e diversos. E quem já leu, compartilha com a gente o que achou, se mudou alguma coisa na sua vida depois e ler, ou se foi só mais um livro…

Até a próxima Delectus!

#delectusnofds #escolha #essencialismo #poderdedecidir #inspirar #lermudatudo #educacaotransforma

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E você, já leu o Essencialismo?

Tá gostando das nossas dicas?

Tem algum livro, filme, série ou música pra nos indicar?

Deixe suas dicas nos comentários, quem sabe na próxima semana você também aparece por aqui…

#DELECTUSNOFDS – E o filme escolhido da semana é: Dois Papas!

 

Assim como a música ?, livros ?, séries ? e filmes ?️ nos fazem refletir.

 

E às vezes as nossas escolhas se perdem até mesmo na hora de escolher o que assistir ou ler.

 

#delectusnofds vai aparecer por aqui às sextas-feiras com dicas de filmes, séries ou livros para te ajudar na escolha de um dos seus programas do final de semana. O que acha? Gostou da ideia?

 

E o filme escolhido para esta semana é o Dois Papas.

 

E a escolha por ele para inaugurar este espaço – falar sobre filmes, livros e séries – é exatamente pelo fato dele abordar o tema: Escolhas!

 

Questões religiosas, teológicas e ideológicas à parte, o que mais gostei nesse filme são os diálogos!                                  Aqui vou me limitar a dizer que verídicos ou não, tendo acontecido entre os personagens reais ou não, como reflexão de entretenimento, os diálogos são o ponto forte do filme.

 

E os diálogos, são exatamente os questionamentos que cada uma das personagens e cada um de nós temos em vários aspectos das nossas vidas. E o mais interessante é que o roteiro se conduz de uma maneira bem parecida como as situações se apresentam na nossa vida mesmo, seja em grandes ou pequenos acontecimentos, a sincronicidade se mostra presente.

 

Por isso, entendo que o filme realmente não se pareça muito com a realidade mesmo, rs.                                                      São muitas sincronicidades para que seja real… mas como eu sou a “rainha da sincronicidade”, adorei o filme!                        E é por isso também que eu adoro a vida!

 

Sabe aquele sentimento de que mesmo quando tudo tá o caos ao seu redor e do nada você ouve a sua música preferida? Ou quando você pensa em alguém que não fala há muito tempo e a pessoa te liga? Então, esses são alguns exemplos cotidianos da sincronicidade.

 

E a gente acreditando ou não, dando ou não importância, são esses pequenos acontecimentos que nos moldam e muitas vezes são eles que nos levam as nossas maiores decisões, às nossas Delectus.

 

Pra mim, o filme todo, é sobre isso, sobre como os pontos se conectam, as situações se apresentam e as escolhas são feitas e a vida vai tomando rumos.

 

Rumos que a gente nem nunca sequer imaginou ou quis para nós mesmos, mas que com o passar das situações, a gente mesmo não se enxerga em outro lugar que não esse “novo lugar”.

 

Ter um filme de 2 horas, com cerca de 80% das cenas apenas com dois senhores conversando sobre suas escolhas é inspirador, é humano.

 

Humano, pois demonstra que todos nós temos dúvidas, alegrias, manias, arrependimentos e medo das nossas escolhas, sejam elas já feitas, ou as escolhas que ainda teremos que fazer. E isso é lindo!

 

E é isso que acho que nos falta: diálogos com nós mesmos, e com amigos ou desconhecidos, em que a gente veja as nossas próprias escolhas em perspectiva. Em que a gente possa se enxergar dentro de todo o contexto e não somente naquela parte específica em que estamos vivendo, ou que estamos em dúvida.

 

Sempre que penso na importância e no poder que é escolher algo, me esbarro nas questões que nos levam ao autoconhecimento.

 

Pois quando a gente se conhece, e mais, conhece os porquês de nós mesmos, fazer escolhas, tomar decisões torna-se algo natural. Algo que faz parte do processo e que nos trás alegria.

 

Pra mim os diálogos apresentados no filme cumprem exatamente esse papel, o de nos mostrar um contexto, de nos mostrar uma sequência de sincronicidades – ou chamados divinos, acho que podemos chamar assim – que levam duas pessoas a colocarem suas escolhas em perspectiva para então poderem tomar e aceitar as suas novas escolhas.

 

Ao estudar comunicação social, fui apresentada ao termo cartarse, que é algo como a gente sentir e viver as mesmas sensações que uma personagem sente. E para mim Dois Papas é uma oportunidade de nós simples mortais, experimentar um pouco de como deve ser difícil ser Papa, mas sobretudo de como não é fácil ser humano.

 

Em algumas cenas, é possível perceber que a humanidade se perde e se encontra em coisas simples, como: trocar um jantar sozinho para comer pizza com Fanta acompanhado.

 

Ou depois de tocar músicas antigas no piano aprender a tocar uma música “mais popular”.

 

Fora um dos momentos para mim mais humanos-divinos que foi o de poder conversar por 2 horas dentro da Capela Sisitina antes que os turistas entrassem…

 

Sobre as cenas que envolvem o futebol nem vou comentar, pois pra mim é a parte que mais me identifico com o atual Papa, rs! Já com o antigo é a Fanta Laranja!

 

Ou seja, filmes como esse, são para nos aproximar, nos tornar confidentes, nos mostrar que mesmo que a gente não seja Papa, a gente tem virtude, a gente tem desejo e a gente tem o poder de transformar as nossas vidas e a de outras pessoas com pequenos gestos.

 

E ainda, que mesmo que eles sejam Papas, eles antes de tudo são como nós: humanos. E com um tanto de decisão e escolha para fazer e se responsabilizar por elas.

 

Como tenho constatado há algum tempo, nada no mundo do entretenimento é sem razão, assim como nenhuma situação em nossas vidas, não vem acompanhada sem um porquê.

 

Por isso acho que vale muito assistir a esse filme e vê-lo com o olhar da importância da escolha nas nossas vidas. Como entretenimento, acho que vale muito também, já que cumpre o papel de divertir, emocionar e de nos levar a lugares onde nunca estivemos, ou pelo menos não da maneira que é mostrado no filme.

 

(Eu por exemplo, ainda não estive na Capela Sisitina, mas me senti como se estivesse lá, observando os dois velhinhos batendo um papo cabeça.)

 

Além disso, neste final de semana, o filme concorre ao Globo de Ouro como: Melhor Filme de Drama, Melhor Ator, Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Roteiro.

 

O Fernando Meirelles – ele quem dirigiu o Cidade de Deus, lembra? – não foi indicado como Melhor Diretor, e isso é uma pena. Mas acho que agora ele também vai ser lembrado por ser o diretor de os Dois Papas, pois além do filme ser muito bom o alcance dele, por ser da Netflix, será muito maior que o dos seus filmes anteriores.

 

Aliás, a Netflix merece menção mais que honrosa por revolucionar o acesso ao entretenimento!                                      Quanto filme bom produzido hein?!

 

Tão bons que tiveram que ser lançados em cinemas para concorrerem ao Oscar, já que a ala conservadora do cinema não andou muito contente com o novo formato de consumo e distribuição que a Netflix instaurou no mercado.

 

Azar o deles, sorte a nossa, que se antes já podia escolher o que assistir, agora podemos escolher, como, quando e onde…

 

E é muito interessante observar as escolhas que a Netflix tem feito nos últimos anos, ao produzir seus próprios filmes.

 

Ou seja, Delectus é pra mim, é pra você, é a para a Netflix, é para a indústria do cinema é para os Dois Papas.

 

Viu?! Fazer escolhas é para todos nós!

 

E para mim é o melhor exercício que podemos praticar!

 

Boas Delectus para a gente 😉

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Tem alguma dica de entretenimento pra compartilhar com a gente?

Já assistiu aos Dois Papas?

Conta aqui pra gente o que você achou.

A gente adora saber a opinião de cada um que passa por aqui! ?

#delectusnofds #filme #sextou #escolha

Ouça mais o que te faz bem!

 

Você já pensou sobre o quanto que as músicas que ouvimos influencia a forma como enxergamos o mundo?

É por isso que o desafio da Delectus em 2020 será de todos os dias compartilhar com vocês no Stories músicas para abrir a nossa mente!

É só ir no @delectus.byma que as músicas estarão lá.

A música escolhida para iniciar 2020, é uma das minhas preferidas: Até quando? Do Gabriel, O Pensador.

É aquele tipo de música, que se não nos faz escolher novas atitudes para a nossa vida, pelo menos nos faz pensar em como está a nossa vida… Música é vibração, e como vibração deve também entrar no “hall” de coisas sobre as quais devemos refletir e escolher.

Música é Delectus, pois ela pode mudar completamente nosso estado de espírito.

Então bora montar essa playlist de 366 músicas que vão nos fazer companhia em 2020?

*Link da playlist no Spotify: https://open.spotify.com/playlist/2lrewx4g01MpeWwNQv2CQ7?si=vBK__1_0TvqtWTyjJqBsKg

#delectus #escolha #366dias #1musicapordia #1/366

Plantando Gratidão

E de tudo que a gente pode plantar, gratidão é o meu “sentimento” favorito!

Como tudo é uma questão de escolha – de Delectus – já faz um tempo que escolhi praticar a gratidão diariamente.

E é ela que guia os meus pensamentos e escolhas.

Entendo que quando respondemos aos acontecimentos bons ou ruins da nossa vida com gratidão, as lições ficam mais doces, mais leves e floridas.

Gratidão, nada mais é que a gente se tocar de que temos muito mais motivos para agradecer!

Gratidão não é somente sobre grandes gestos, ela está exatamente nos pequenos. Naqueles que a maioria de nós não se dá conta.

Gratidão é por exemplo acordar no dia de hoje e ficar contente por poder assistir aos 4 jogos de futebol da liga inglesa.

É escolher o dia de hoje, para poder plantar um presente recebido há um mês atrás, por sentir que é exatamente o dia de hoje que vai fazer esse broto florescer!

Gratidão nem sempre precisa vir acompanhada de nomes… É claro que é importante agradecer às pessoas que tornam a nossa caminhada ainda mais bela, mas Gratidão é exatamente sobre agradecer a oportunidade de poder se viver mais um dia!

E pra viver mais um, e mais um, e mais outros dias, precisamos mais uma vez, fazer escolhas…

Eu hoje escolhi plantar Gratidão, e você, qual é a sua escolha preferida de hoje?

Hoje é dia de Delectus

Hoje é dia de Delectus

Essa é a logo da Delectus!

Linda né?

O quê você vê nela?

Junto com a @txmarianna a logo da Delectus foi pensada para nos trazer exatamente a dúvida da escolha – ❓- com a orientação da ?. E a escolha da bússola está exatamente na sua simbologia e sua utilidade.

Quando sabemos aonde está o Norte – ?-, quando sabemos para onde queremos e ou devemos ir, as escolhas ficam mais fáceis.

Talvez as decisões sejam até mais difíceis, mas escolher é muito mais fácil, quando a gente sabe aonde quer chegar.

Um dia desses me disseram: “Os pássaros não usam bússolas, mas sabem exatamente para onde devem voar.” Nós não voamos, mas podemos nos orientar e alcançar lugares onde nem os pássaros podem alcançar.

É uma questão de escolha… De Delectus!

E aí, as suas ❓ te paralisam ou te guiam ?? #escolher #realizar
#delectusbyma
#decidir #voar